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Piauí Reduz Taxa de Desocupação e Desalento no Primeiro Trimestre de 2024

O Piauí registrou uma redução na taxa de desocupação no primeiro trimestre de 2024, conforme revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada nesta segunda-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa constatou que a taxa de desocupação no mercado de trabalho piauiense foi de 10%, uma queda de 0,6% em comparação com os 10,6% registrados no quarto trimestre de 2023. Embora tenha havido essa redução, o índice do estado ficou cerca de 2,1 pontos percentuais acima da média nacional e foi o sexto maior do país.


Reprodução/Internet


Um destaque positivo no mercado de trabalho piauiense foi a diminuição do número de pessoas desalentadas. No primeiro trimestre de 2023, o percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada era de 13,0%, caindo para 10,4% no primeiro trimestre de 2024, uma redução de 2,6 pontos percentuais. O maior indicador de desalento na série histórica do Piauí foi de 14,3%, no primeiro trimestre de 2022.

No Brasil, no primeiro trimestre de 2024, a taxa de desalento foi de 3,2%, um valor 3,25 vezes menor que o observado no Piauí. Apesar da queda na proporção de desalentados no Piauí nos últimos 12 meses, o estado apresentou a quarta maior proporção do país, atrás apenas do Maranhão (21,1%), Alagoas (18,4%) e Rio Grande do Norte (12,5%). As menores proporções de desalento foram registradas no Distrito Federal e Mato Grosso, ambos com 1,4%.

Consideram-se desalentadas as pessoas que estavam fora da força de trabalho e que desistiram de buscar emprego por não conseguirem trabalho, não terem experiência, serem muito jovens ou idosas, ou por não encontrarem trabalho na localidade onde moram, mas que, se surgisse uma oportunidade, estariam disponíveis para assumir a vaga.


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