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Comunidade pesqueira do Piauí acusa PF e MPF de perseguição para favorecer empresários

Moradores da praia Barra Grande, em Cajueiro da Praia (PI), acusam o Ministério Público Federal e a Polícia Federal de acusações infundadas. As famílias, que cultivam a área há gerações, são apontadas como parte de uma quadrilha de estelionatários pelo MPF e PF, alegadamente envolvidas em grilagem.



Foto: Vivian Cardoso


Os moradores negam as acusações, alegando que empresários, políticos e servidores públicos buscam incriminá-los para se apropriarem da área. Alegam que isso faz parte do avanço predatório do turismo e especulação imobiliária, expulsando comunidades tradicionais.

A Nova Barra Grande, comunidade tradicional de agricultores e pescadores, ganhou destaque com a prisão de dez membros na operação Terra Prometida. A comunidade afirma que a área é usada para subsistência, mas a PF alega grilagem.

A Associação de Projeto de Assentamento da Nova Barra Grande, criada em 2022 sob orientação de órgãos públicos, luta por seus direitos. Os conflitos escalaram com a operação da PF em novembro de 2023, que resultou em prisões e destruição de casas e plantações.



Foto: Vivian Cardoso


Os moradores denunciam ameaças e ação predatória. A DPU reuniu-se com as comunidades para discutir soluções. Enquanto empresários como Fábio Jupi enfrentam embargos do MPF, a população busca regularização fundiária. A comunidade também denuncia destruição de pesqueiras, desmatamento e violação de direitos.

A PF afirma que suas ações são legais, mas a SPU ainda não se posicionou. O governador busca agilizar a regularização fundiária para reduzir conflitos na região, enquanto a SPU aciona a PF para investigar atuação de "milícias".


Fonte: Marco Zero

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